Notícias

De 20 a 31 de janeiro de 2020
Referências bibliográficas Curso Ferias Janeiro 2020

Curso Intensivo de Férias Módulos I e II - Janeiro 2020 

“Educação Terapêutica: uma proposta de tratamento e de escolarização de crianças com TEA”



Referências bibliográficas 

 

Eixo 1:  Educação Terapêutica – Interface Psicanálise e Educação – Tratar e Educar

 

Leitura básica: Kupfer, M. C. M. (2010). O sujeito na psicanálise e na educação: bases para a educação terapêutica. Educação e Realidade, v. 35, p. 265-282 (ONLINE) https://seer.ufrgs.br/educacaoerealidade/article/view/9371

 

Leitura básica: Hubert-Barthélémy, A.; Crespin, G.C.; Fernandes, C.M., Trouvé, J-N. Pédagogie et subjectivation. La recherche-action ”Ateliers-classe PRÉAUT”. Cahiers de PRÉAUT, 11, 2015. ( Tradução de Inesita Machado).

 

 


  1. Lugar de Vida, vinte anos depois. Exercícios de Educação Terapêutica. São Paulo: Escuta, p. 259-279. (à venda no LV)


 

Kupfer, M.C.M. (1997) Educação terapêutica: o que a psicanálise pode pedir à educação. In: Estilos da Clinica: Revista sobre a infância com problemas, São Paulo, ano 2, número II. (ONLINE)

http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-71281997000200006

 

 

Kupfer, M. C. M. (2000) Educação para o futuro. Psicanálise e educação. São Paulo: Escuta.

 

Batista, C. A. M. (2019). Debilidade na inclusão: uma história de reis, príncipes, monstros, castelos, cachorros, leões, meninos e meninas. Belo Horizonte: Artesã

 

Batista, C. A. M. (2013). Deficiência e autismo. ONLINE https://psicanaliseautismoesaudepublica.wordpress.com/2013/07/08/deficiencia-e-autismo-cristina-abranches-mota-batista/

 

 

 

Eixo 2: Psicose e Autismo na Infância

 

Leitura básica: Bernardino, L. M. F. (2010). Mais além do autismo: A psicose infantil e seu não lugar na atual nosografia psiquiátrica. Psicologia Argumento, 28(61), 111-119. (ONLINE) https://periodicos.pucpr.br/index.php/psicologiaargumento/article/view/19617

 

Kupfer, M. C. M. (2015) O Impacto do Autismo no Mundo Contemporâneo. In: Kamers, M; Mariotto, R. M. M.; Voltolini, R. (Orgs). Por uma (nova) psicopatologia da infância e da adolescência. São Paulo: Escuta, 2015, p.169-184.

 

Merletti, Cristina, K. I. . Autismo em causa: historicidade diagnóstica, prática clínica e narrativas dos pais. Psicol. USP [online]. 2018, vol.29, n.1 http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-65642018000100146&script=sci_abstract&tlng=pt

 


  1. Maleval, J. C. Por que a hipótese de uma estrutura autística? Opção Lacaniana online nova série
Ano 6 • Número 18 • novembro 2015  (online) http://www.opcaolacaniana.com.br/nranterior/numero18/texto7.html


Maleval, J.-C. O autista e a sua voz. SP: Blucher, 2017.

 

Oliveira, M.T. (2006). Escolalia: quem fala nessa voz? In: Maria Francisca Lier-DeVitto, M.F; Arante, L. (org). Aquisição, Patologias e Clínica de Linguagem. São Paulo: PUC/Fapesp.

 

Bernardino, L.M.F. (2004). As psicoses não decididas na infância: um estudo psicanalítico. São Paulo: Escuta.

 

Cavalcanti, A. E. & Rocha, P. S. (2001). Autismos. São Paulo: Escuta

 

Kupfer, M. C. M, (2000). Notas sobre o diagnóstico diferencial entre psicose e autismo na infância. Psicologia USP11 (1), 85-105.

 

Laznik, M-C. (2004). A voz da sereia: o autismo e os impasses na constituição do sujeito. Salvador: Ágalma.

 

 

Eixo 3: Dispositivos Institucionais e Grupos Terapêuticos

 

Leitura básica: Kupfer. M. C. M., Faria, C., Merletti, C. K. I. (2010). O tratamento institucional do Outro na psicose infantil e no autismo. In: Lugar de Vida, vinte anos depois. Exercícios de educação terapêutica. Kupfer, M. C. M. e PINTO, F. S. C. N. (orgs). São Paulo: Escuta/ Fapesp, pp. 129-143. ONLINE http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-52672007000200006

 

Kupfer M.C., Pinto, F.C.N. e Voltolini, R. (2010). O que uma criança pode fazer por outra? Sobre grupos terapêuticos de crianças. Lugar de Vida, vinte anos depois. Exercícios de Educação Terapêutica. São Paulo: Escuta, p.97-111. (à venda no LV)

 

Lavrador, Marina B.  e  Merletti, Cristina K. I. Grupos heterogêneos de educação terapêutica: efeitos entre crianças e a emergência do prazer compartilhado e da interação social em um caso de autismo. Estilos clin. [online]. 2017, vol.22, n.3 

http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1415-71282017000300008&lng=pt&nrm=iso

 

Freire, A. B., Bastos, A. (2004). Paradoxos em torno da clínica com crianças autistas e psicóticas: uma experiência com a “prática entre vários”. In: Estilos da clínica. ONLINE http://www.revistas.usp.br/estic/article/view/45983

 

 

Rocha, P. S. (Org.). 2005). Cata-ventos: Invenções na clínica psicanalítica institucional. São Paulo: Escuta.

 

 

Eixo 4: Intervenções na Primeira Infância

 

Leitura básica: Pesaro, M.E., Merletti, C.K.I. et al. (2012). Interfaces do grupo de educação terapêutica com crianças pequenas e do grupo de pais no Lugar de Vida: a construção do corpo pulsional pelo transitivismo. In: Kupfer, Bernardino e Mariotto (orgs.). Psicanálise e Ações de Prevenção na Primeira Infância. Fapesp/Escuta. SP, pp149-164. (à venda no LV)

 

Bernardino, L. M. F. (2008). É possível uma clínica psicanalítica com bebês. In: Kupfer, M.C.M.; Teperman, D. W. O que os bebês provocam nos psicanalistas. São Paulo: Escuta.

 

Mariotto R.M.M. (2009). Cuidar, Educar e Prevenir: as funções da creche na subjetivação de bebês. São Paulo: Escuta.

 

Teperman, D. W. (2005). Clínica psicanalítica com bebês: uma intervenção a tempo. São Paulo: Casa do Psicólogo.

 

Pesaro, Maria Eugênia, Merletti, Cristina Keiko Inafuku de, Pellicciari, Fabiana Sampaio, Moratti, Patrícia, Pimentel, Cecilia Leach, & Barreto, Cristiane Palmeira de Oliveira. (2018). Grupos de pais-bebês nas creches como estratégia de promoção da saúde mental na primeira infância. Educação e Pesquisa44, e183424 ONLINE

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022018000100490

 

 

 

Eixo 5: O Trabalho Institucional com Pais – Dispositivo Grupo de Pais

 

Leitura básica: Oliveira, L., G. M. (1996). A transferência no trabalho com pais na instituição: estilos da Clínica. Revista sobre a Infância com Problemas, I(1), 34-45. (ONLINE) http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-71281996000100004

 

Merletti, C.K.I. (2013). Escuta grupal de pais de crianças com problemas de desenvolvimento: uma proposta metodológica baseada na psicanálise. Revista da APC: Tecendo redes-psicanálise e políticas públicas. Curitiba: Juruá, p.197-208. https://www.jurua.com.br/shop_item.asp?id=23114

 

A escuta de pais em grupo: uma metodologia baseada na psicanálise que propõe a parceria com os pais no tratamento institucional de crianças autistas (online)

https://hypersonic2012.wordpress.com/a-escuta-de-pais-em-grupo-uma-metodologia-baseada-na-psicanalise-que-propoe-a-parceria-com-os-pais-no-tratamento-institucional-de-criancas-autistas/

 

Kupfer, M. C. M, Lajonquière, L. (2015). A escuta de pais no dispositivo da Educação Terapêutica: uma intervenção entre a psicanálise e a educação. In: Ornellas, M. L. S. Psicanálise e Educação. (Im)passes subjetivos contemporâneos III. Fino Trato: Belo Horizonte, pp.35-53

 

Lerude-Fléchet, M. (1991). Pela felicidade das crianças ou Como a terapia de criança pode algumas vezes permitir o crescimento dos pais. In: Teixeira, A. B. R. T. (org.). O sujeito, o real do corpo e o casal parental. Salvador: Ágalma.

 

 

Eixo 6: O Tratamento por meio da Escrita

 

Leitura básica: Bernardino, L.M.F. (2015). A primazia da escrita e a clínica do autismo. In: Jerusalinsky, A. Dossiê autismo. SP: Langage, pp 108-117.

 

Lerner, A.B.C. (2010). A escrita e a psicose da criança: uma proposta de tratamento. In: Kupfer, M.C. & Pinto, F.N. (org.) Lugar de Vida, vinte anos depois. São Paulo: Escuta.

 

Bialer, M. (2015) Literatura de autistas: uma leitura psicanalíticaCuritiba: Editora CRV. ONLINE http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-71282014000300005

 

 

Melão, M. A. (2008) escrita e a constituição do sujeito: um caso de autismo. Estilos da Clínica, XIII, nº 25, 94-117. ONLINE http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-71282008000200007

 

Nothomb, A. (2003). A metafísica dos tubos. Rio de Janeiro: Record.

 

Riolfi, C.R. (2015b). A língua espraiada. Campinas (SP): Mercado das Letras.

 

 

 

Eixo 7: Inclusão Escolar – Acompanhamento Escolar  - Escuta de Professores

 

 

Leitura básica: Kupfer, M. C. M., Patto, M. H. S. , Voltolini, R. (2017). Práticas Inclusivas em Escolas Transformadoras. Escuta/Fapesp: São Paulo. (à venda no LV)

 

Pesaro, M.E.; Castro, M. P. (2017). Reunião aberta de professores: uma prática inclusiva. In: Kupfer, M. C. M., Patto, M. H. S. , Voltolini, R. (2017). Práticas Inclusivas em Escolas Transformadoras. Escuta/Fapesp: São Paulo. (à venda no LV)

 

Bastos M. B. e Kupfer. M. C. (2010). A escuta de professores no trabalho de inclusão escolar de crianças psicóticas e autistas. Lugar de Vida, vinte anos depois. Exercícios de Educação Terapêutica. Escuta: São Paulo, p.155-163. (à venda no LV)

 

SPAGNUOLO, Lenara Spedo. Acompanhamento terapêutico na escola : entre o educar e o analisar [online]. São Paulo : Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, 2017. Dissertação de Mestrado em Educação  https://document.onl/documents/acompanhamento-terapeutico-na-escola-entre-o-educar-e-desde-a-declaracao.html

 

 

Lajonquière, L. (1997). Dos “Erros” e em especial daquele de renunciar à educação. In: Estilos da Clínica, São Paulo, Ano II, n° 2, 2° semestre de 1997. ONLINE

 http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-71281997000200004

 

Mannoni, M. (1999). As dificuldades de colaboração entre psicanalistas e educadores em instituição. In: A criança, sua doença e os outros. São Paulo: Via Lettera.

 

Sereno, D. (2006). Acompanhamento terapêutico e educação inclusiva. Psychê, Ano X, nº 18. São Paulo, set., p. 167-179. ONLINE  http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-11382006000200016

 

 

Eixo 8: Indicadores Clínicos de Risco do Desenvolvimento Infantil (IRDI) e Acompanhamento Psicanalítico de Crianças em Escolas Grupos e Instituições (APEGI)

 

Leitura básica: Mariotto, Rosa Maria Marini, & Pesaro, Maria Eugênia. (2018). O ROTEIRO IRDI: SOBRE COMO INCLUIR A ÉTICA DA PSICANÁLISE NAS POLÍTICAS PÚBLICAS. Estilos da Clinica23(1), 99-113. Online http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1415-71282018000100007&lng=pt&nrm=iso&tlng=en

 

Leitura básica: Kupfer, M. C., Bernardino, L. M., & Pesaro, M. E. (2018). Validação do instrumento "Acompanhamento Psicanalítico de Crianças em Escolas, Grupos e Instituições" (APEGI). Estilos Da Clinica23(3), 558-573.ONLINE http://www.revistas.usp.br/estic/article/view/153734

 

 

Kupfer M.C.M. et. Al (2009). Valor preditivo de indicadores clínicos de risco para o desenvolvimento infantil: um estudo a partir da teoria psicanalítica. Latin American Journal of Fundamental Psychopathology Online, São Paulo, v. 6, n. 1, p. 48-68, maio, 2009. (ONLINE) http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-47142010000100003&script=sci_abstract&tlng=pt

 

Pesaro, M. E.; Kupfer, M. C. M. Um lugar para o sujeito-criança: os Indicadores Clínicos de Risco para o Desenvolvimento Infantil (IRDI) como mediadores do olhar interdisciplinar sobre os bebês. Analytica | São João del-Rei | v. 5 | n. 9 | p. 58-68 | julho / dezembro de 2016 (online) http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S2316-51972016000200006&lng=pt&nrm=iso

 

Kupfer M.C.M. et. Al (2003). Pesquisa Multicêntrica de Indicadores Clínicos de Risco para o Desenvolvimento Infantil. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental. São Paulo, v.6, n.2, p.7 – 25. 

 

Kupfer M.C.M., Bernardino, L.M.F., Mariotto, R.M.M., Pesaro, M.E., Lajonquière, L., Voltolini, R., Machado, A.M.M. (2012). Metodologia IRDI: uma ação de prevenção na primeira infância. In: Kupfer, M.C.M., Bernardino, L.M.F., Mariotto, R.M.M. (org). Psicanálise e ações de prevenção na primeira Infância. São Paulo: Escuta, pp.131-148. (à venda no LV)

 

Merletti, C. K.; Pesaro, M. E. (2010). Corpo e linguagem na operação de surgimento de um sujeito: um caso elaborado a partir da AP3. In: Kupfer, M.C.M.; Pinto, F.C.N. (org). Lugar de Vida, vinte anos depois. São Paulo, Escuta/Fapesp. (à venda no LV)

 

Pesaro, M.E. (2010). Alcance e limites teórico-metodológicos da Pesquisa multicêntrica de indicadores clínicos de risco para o desenvolvimento infantil. 2010. 186 f. Tese de Doutorado - Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo, São Paulo. 

 

 

Eixo 9: Fonoaudiologia e Clinica dos Transtornos da Linguagem

 

 

Leitura básica: Oliveira, M.T. (2006). Escolalia: quem fala nessa voz? In: Maria Francisca Lier-DeVitto, M.F; Arante, L. (org). Aquisição, Patologias e Clínica de Linguagem. São Paulo: PUC/Fapesp. https://pt.scribd.com/document/97965365/Ecolalia-Quem-Fala-Nessa-Voz

 

Oliveira, M.T. (2006). Reflexões sobre as falas ecolálicas e a interpretação fonoaudiológica a partir da discussão de dois casos de psicose infantile. Distúrbios da Comunicação, São Paulo, 18(3), pp. 3350344, dez. (ONLINE)https://revistas.pucsp.br/index.php/dic/article/view/11827

 

Catrini, M. Lier-DeVitto, F. , Arantes, L. (2015). Apraxias: considerações sobre o corpo e suas manifestações motoras inesperadas

 

Arantes, L.; Cardoso, R. P. B. (2010). Considerações sobre o atendimento de crianças psicóticas na clínica da linguagem. In: Lugar de Vida, vinte anos depois. Exercícios de Educação Terapêutica. Escuta: São Paulo, p. 165-171.

 

 

OBS: ESTARÃO À VENDA NA SEMANA DO CURSO ALGUNS LIVROS ORGANIZADOS PELO LUGAR DE VIDA/FAPESP QUE INCLUEM BOA PARTE DOS TEXTOS SUGERIDOS